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#Vestibulando: Primeiro mês de aula.

Oi, pessoasss! Como vocês estão?

Agora sim o ano começou e gente, como tá corrido. Nessas últimas semanas tive provas, atividades, redação, organização do trabalho anual (falarei sobre isso em breve, pois é assunto legal que me encanta muito) e ainda tenho que terminar alguns deveres que são pra essa semana. Como se não bastasse tudo isso, minha mãe conseguiu fazer a proeza de perder meu rg e estávamos resolvendo as burocracias necessárias para conseguir a segunda via. Segura esse forninho, Danielle!

Quem leu o que escrevi sobre o inicio do ano letivo , viu que esse ano é me último ano de Ensino Médio e que estou prestes a me ingressar na vida universitária e só de pensar que em um ano muitas coisas vão mudar e que o contato com as pessoas que criei laços há anos será mais difícil, meu coração dá uma apertadinha.

Decidi que irei documentar tudo o que ocorrer de mais legal e que quero ter memórias físicas, pra sempre levar e guardar comigo. Muito provavelmente farei isso em forma de textos, fotos e vídeos, mas não necessariamente irei postar tudo aqui.

O primeiro dia de aula esse ano foi diferente, pra mim foi como a prévia da despedida. Enquanto eu passava pelo portão do estacionamento e cumprimentava o inspetor, me toquei definitivamente que depois de anos passando pelo menos lugar e cumprimentando a mesma pessoa, eu não faria isso pra sempre. Sou dessas que sofre por antecipação, então perdoe o drama, ok? Como sempre, segui com minha amiga para o banheiro, mas dessa vez a minha protegida/pequena/irmã mais nova "adotada" não estava lá pra me receber com o abraço esmagador e pacifico que só ela tinha.

Acordar cedo, as aulas e testes do cursinho e em seguida as aulas da escola... Eu não sabia que seria tão cansativo assim, principalmente que estou entrando nas semanas de provas/seminários/trabalhos/atividades complementares. Por enquanto, as matérias estão bem normais, a maioria eu já havia visto no cursinho ou na escola mesmo, mas em anos anteriores. Só matemática e física, que definitivamente, não entram na minha cabeça.

Esse ano teremos o trabalho anual de inglês, onde todas as notas dependem única e exclusivamente dele. Pelo menos mudou o tema, já estava sofrendo só de imaginar que teria que fazer tudo aquilo que as turmas anteriores do terceirão fazia e que tanto me irritava quando eu estava no nono ano, primeira série, segunda..Acho que agora é minha vez de perturbar os mais novos, né? Ainda sobre o trabalho anual, ele foi muito estressante. É bem complicado quando sua nota depende de outras pessoas, principalmente se as outras pessoas forem "aquelas" pessoas, mas enfim.. No final ou dará muito certo, ou ficará muito cagado, mas até agora, nossa sala está arrasando!

Esses dias conversamos sobre a viagem de formatura, para definir o destino e quem iria, até porque minha sala não é unida e a vigem deve ser especial, de modo que cada grupinho faça a sua e aproveite ao máximo os últimos instantes com os amigos que provavelmente irão ver com menos frequência. Pra ser bem sincera, não tô animada. Aliás, não tô empolgada pra nada. Acho meio inútil PRA MIM fazer a colação, a festa e a viagem de formatura. Sério, não tenho paciência pra essas coisas. Acho legal ir na de outras pessoas, mas as minhas me deixam entediada. 

Recebi uma notícia maravilhosa, vinda de um professor maravilhoso que me dará uma oportunidade maravilhosa, mas sobre isso, conto para vocês só depois, quando concretizar. Tenho pra mim que as coisas só devem ser anunciadas quando darem certo, pois antes, ela fracassa.


Tudo que fevereiro me ensinou.


Mesmo sabendo que não seria fácil, não posso deixar de dizer que foi um mês difícil, o melhor, complicado. Complicado, sim. Não é fácil sair totalmente da zona de conforto, logo pra mim, uma pessoa que odeia mudanças e embora goste de ir além, prefere se estagnar até ter a certeza de que tudo irá dar certo.
Minha rotina mudou e com ela, todo meu comportamento e humor. Foi um choque muito grande, meu relógio biológico não estava acostumado e pra piorar, o horário de verão acabou, mas aos poucos, ele foi pegando o ritmo e agora, parece que faço tudo o que faço a séculos.

Conheci tanta gente maravilhosa, principalmente de alguns dias para cá e fico me perguntando se eu estava cega e nunca as vi por aí enquanto andava ou se elas é quem estavam tão distantes de mim. Em contrapartida, cada vez percebo que tem mais gente ruim me cercando. Aprendi a deixar tudo o que me afeta de lado. Elas são pessoas negativas, invejosas, cheias de rancor e mágoas no coração e apesar de precisarem de ajuda, eu não tenho condições psicológicas e emocionais para aguentar tudo o que me dizem, eu iria desmoronar.

Me vejo tão forte. Esses dois últimos meses têm sido a realização de todas as mudanças que comecei em 2014 e a cada dia, recomeço uma nova vida. A Danielle de, sei lá, cinco anos atrás não reconheceria a Danielle de hoje. Mudei tanto e por incrível que pareça, não me perdi entre malas e caixas e bagunças e dúvidas e medo.

É incrível o quanto o amor transforma tudo em coisa boa, por onde ele passa. Toda forma de amor é válida porque o amor é o sentimento mais puro que eu conheço e quando machuca, já não é mais amor, pois o amor só cura. O amor não dói e cada dia eu me amo mais e percebo quanto tempo perdi me odiando. Não consigo encarar o espelho da forma que eu gostaria, ainda, mas tô quase lá.

Eu chorei, depois de anos, e me fez tão bem que chorei por tudo. Pela angústia, pelo medo, por não me sentir capaz e por sentir demais.

Março já chegou trazendo tudo o que eu mais queria, e isso me faz pensar que meu pai sempre esteve certo, quando queremos muito algo, esse algo se concretiza. Eu aprendi tantas coisas e isso me fez melhorar e querer me doar em tudo que eu faço, porque a vida é assim, só se dá pra quem se deu.

#Vestibulando: Iniciando o ano letivo (e a vida) bem.


Hoje é meu primeiro dia de aula, inclusive enquanto escrevo isso, estou arrumando minha mochila para daqui a pouco. Todo começo de ano, lá pra meados do meio de janeiro, começo a pensar sobre como serão as coisas na escola no ano que se inicia. Antes minha maior preocupação eram as turmas, mas desde que o corpo gestor sofreu alterações, as turmas são sempre as mesmas, no que resulta em  garantia de estar na mesma sala que os amigos. Mas esse ano algo mudou.

Estou indo para o último ano do Ensino Médio, finalmente o terceirão bateu na minha cara. É bem estranho pensar nisso porquê o tempo passou tão rápido que'u nem vi. Imagino que essa seja a série mais difícil da vida escolar, pois além de ser um término, é o inicio. Desde que entrei na escola estou sendo preparada para a vida acadêmica, mas a 3ª série não te prepara, ela te empurra. Creio que terei meus primeiros passos encarando a vida adulta e quero vier cada um dos desafios. Estou cheia de boas intensões e espero que tudo aquilo que venho planejando desde sempre dê certo.

Todo ano é sempre a mesma coisa. Compramos nosso material escolar na maior animação do mundo, enchemos o estojo de canetas e ficamos super felizes em iniciar um caderno novo. Tem toda aquela magia. Abrir o caderno, pular a folha de dados pessoais, a de adesivos, a primeira folha e então escolher minunciosamente as canetas que serão utilizadas. Nos primeiros dias de aula a letra é impecável, lá pro fim do ano, parece letra de médico. Nós podemos mudar isso!

Você pode, sim, ter a letra linda do começo ao fim do ano! Para isso você só precisa querer e acreditar que és capaz. Espero que estejam entendo do que estou falando, não trata-se apenas da questão da caligrafia. Você promete estudar mais, se dedicar mais, se doar mais. Mas algo acontece, você perde o foco, fica com preguiça, escolhe prioridades, se desmotiva. Não trata-se apenas da questão escolar, na vida isso também acontece. Você  diz que quer emagrecer e foca nas dietas, mas aí não resiste aos doces e a preguiça de se exercitar ou o pensamento de que no outro dia fará, te faz perder o foco. Você diz que vai economizar, mas vê uma promoção e todo seu dinheiro se vai. Você diz tantas coisas, mas tantas outras acontecem e mais nada do que foi dito importa.

Isso sempre acontece comigo, mas esse ano vai ser diferente.No ano passado, nesse mesmo período do ano, vi um vídeo que me inspirou muito e assisti novamente esse ano. Te convido não só a ter uma letra bonita, mas também uma vida melhor daqui pra frente.



Vamos focar mais. Desistir menos.

Vamos fazer mais. Pensar menos.

Vamos nos permitir mais. Nos oprimir menos.

Eu desejo, com toda a sinceridade que tenho, que você tenha um ótimo ano escolar. Uma ótima vida profissional e pessoal. Eu desejo que você seja a melhor pessoa que puder ser.

As coisas que janeiro me proporcionou.


Finalmente entramos em um novo mês, cada ano que passa, o tempo passa mais rápido. Cada dia é uma nova chance de recomeçar, cada mês uma chance de arrumar e cada ano uma chance de recordar.

Não esperava que janeiro trouxesse nada, afinal ele é um mero mês e não a vovó quando chega do supermercado. Mas ele veio. Veio e trouxe uma infinidade de coisas boas.

Percebi que desde que comecei a me amar e aceitar minha pessoa do jeitinho que ela é, muitas coisas mudaram. Reclamar e ficar parada não iria me dar o corpo que tanto desejei e hoje tenho. Reclamar e ficar parada não iria mudar todas as coisas que me incomodava. Foi preciso me arriscar, expor meu rosto ao tapa e esperar tudo sem expectativa, pra não me magoar caso tudo desse errado. Deu certo, tudo deu tão certo que o risco valeu a pena.

Conflitos foram resolvidos. Pedi perdão e fui perdoada. Me afastei de tanta gente e olha, saudade dá, mas dá e passa. Me reaproximei de tantas outras e mal consigo conter a felicidade que isso me dá.

Fiz viagens maravilhosas com minha família e pude reencontrar pessoas especiais que não via há um tempão. Fiz muitas coisas erradas e não me arrependi nada. Assim como fiz coisas boas e me sinto mal por não terem sido totalmente verdadeiras.

Sai do jazz, algo que era muito vital para mim. Em contrapartida, me matriculei no cursinho, algo que será super importante no meu crescimento pessoal e acadêmico. Aceitei. Me doei. Senti.

Comecei a levar o blog mais a sério, uma coisa que servia só para eu desabafar e escrever tudo o que guardava comigo (aliás, apaguei grande parte! Aqueles sentimentos não me pertencem mais) passou a ser algo que eu amo. Quero apenas preencher as lacunas do meu tempo. Mas é tão bom compartilhar as coisas que eu gosto e ver que outras pessoas gostam do mesmo que eu. Conquistei algumas seguidoras, que pode parecer um número pequeno, mas pra mim é gigante. Não tenho pretensão nenhuma. Não sonho em ser uma super blogueira. Não penso que ganharei dinheiro com isso ou que isso será meu meio de vida.

Cortei o cabelo, subi uma serra, caminhei durante a chuva, abracei sem entrar em pânico, disse para alguém que havia ficado chateada (acreditem, isso é muito pra mim), abandonei tudo que me prendia, ajudei quem precisava e também fui ajudada. Senti medo, acalmei quem também o sentiu.

Mudei alguns de meus conceitos e percebi que só perdi tempo enquanto torci meu nariz, não me arrependi. Fiz tantas coisas legais que jamais conseguiria explicar o quão grata sou acada pessoa que me ajudou durante esse processo.

Há coisas boas em todas as ruins, ninguém é cem por cento "real". A vida existe para quem quer viver  e o tempo não para pra ninguém se recuperar. A melhor coisa que janeiro me trouxe, foi a perspectiva.

Dá o play: iniciando o ano bem.

  •  Esse é um post programado, no momento estou viajando.
  • Não sei ao certo a data do meu retorno.
  • Não consegui deixar muitos post's prontos,mas terá pelo menos um post novo toda semana.


Se tem uma coisa que eu amo nessa vida é música e quem não ama? Sou movida a melodias (e café) e todas às vezes que me proponho a iniciar algo, gosto de ouvir músicas que me incentivem a não desistir.

O ano anterior -me sentindo nostálgica desde já, cês me perdoem, viu?- tinha tudo para ser ridículo de tão ruim, mas eu tive a sorte de encontrar boas pessoas pelos caminhos que percorri e elas me ajudaram a ter vivido um ano maravilhoso, na medida do possível. 

2014 foi o ano das mudanças e eu decidi que esse ano que mal começou, mas já tenho um grande apreço, será o ano das realizações. Tudo isso porquê? Porquê eu consegui realizar minhas metas -por assim dizer- e isso me impulsionou para uma dimensão ainda maior, onde eu me sinto dona de mim, entende? Isso me deu um super gás para continuar em busca das coisas que sei que eu mereço e mereço por me dedicar dia após dia num único propósito.

2015 será o meu ano e eu espero que seja o seu também, agora bora cantar comigo, migsss!


Se acostume com a felicidade, seja inteiro e não pela metade.



My heart it's still the same.. Yah, a little older now, but it won't change
*Meu coração é o mesmo ainda.. É, um pouco mais velho agora, mas isso não vai mudar.*


Our time is short, but I'm sure I will see u soon.
*Nosso tempo é curto, mas eu tenho certeza que irei ver você em breve.*


Eu devia sorrir mais, abraçar meus pais, viajar o mundo e socializar. Nunca reclamar, só agradecer.


And there's nothing else I wanna say, cause I'm losing my mind for u.
*E não há mais nada que eu queira falar, porque eu estou perdendo minha mente pra ti.*

Não acredito em superstição, não acredito em sorte ou azar [..]Quem falou que o mundo é preto e branco? Quem te disse pra viver sem poder ir na contramão?


A primeira músical acho que todo mundo conhece, ela é a praxe das festas -pelo menos na minha cidade, é-. 
A música mais amorzinho do mundo, que por acaso ocupa a segunda colocação nessa playlist não é tão conhecida.. Mas gente, procurem mais músicas do Joshua e se apaixonem assim como eu me apaixonei.
Quando conheci He is we, poucas eram as pessoas que conheciam ou era fãs da banda, agora acho que ela já é mais popular. Tô dividindo meu xodózinho aqui com vocês, então cês tratem de ouvir direitinho, viu?!
Já até enjoei de tanto ver esse clipe na MTV, acho que cês também.
Pois é, peoples, o mocinho que grava cover tem autoria. Autoria envolvente e que me dá uma louca vontade de dançar por sinal.
Decidi que em 2015, esse será meu mantra/hino/chamem do quê quiserem.


Beijo da Dan, mais uma vez: esse ano será o meu ano e espero que seja o seu também. <3

Para ler em 365 dias.

São Paulo, 31 de janeiro de 2014.

Querida Dan,

Mais um ano se passou e cá estamos nós, nem tão firmes e fortes, mas estamos. Esse ano nos trouxe tantas coisas maravilhosas, entre eles podemos citar: a chegada do Kauan, que é o neném mais gostoso desse universo e chegou para alegrar toda uma família; o afastamento de pessoas que em nada nos acrescentada, pelo contrário, apenas nos puxa para trás; ter começado a fazer aulas da Silvia ou do Júnior de jazz lhe trouxe amigas incríveis, do tipo "topa qualquer coisa" e que nos aceitam, loucas como somos; os convite para se apresentar na Liberdade (tá, nesse evento infelizmente não podemos ir), no musical da ordem que o Diego participa (nós que nem curtimos momentos religiosos gostamos do resultado então imagina os que gostam), no outro musical (que só acontecerá em março) e num dos Teatros mais bonitos e clássicos de São Paulo (a meta continua sendo o Municipal, quem sabe no próximo ano?); as viagens; as compras; a aproximação de pessoas que nunca imaginamos que um dia iríamos ter amizade; a quebra de mágoas e rancores; o aprendizado constante sobre expressar e não ficar com o nó na garganta; amizades virtuais que se tornaram reais.... E tantas outras coisas.

Amadurecemos, e como amadurecemos. Agora não tem mais melhor amigo para nos socorrer na hora do sufoco de entrega de trabalho, é nós e nós mesma, ralando na madrugada para dar tempo. Não tem mais irmã mais velha funcionária na escola, que de certa forma, nos ajudava muito. Não tem papai superprotetor que nos dava abrigo quando a vida nos chama pro fight. Muito menos mamãe para nos defender.... Por falar em mamãe, ela passou por uma tempestade imensa e por várias vezes presenciamos crises de choro, mas está quase tudo bem. Ver o papai fragilizado decorrente disso doeu, só você sabe como me doeu. Não nos contentamos com quases, você sabe, e por isso estamos fazendo o nosso possível pra ela ficar bem logo: ajudar com as coisas da casa, fazer massagem, elogiar, evitar brigas mesmo quando temos razões e fechar os ouvidos para os insultos (sim, eles continuam). 

Estudamos como condenadas e me canso só de pensar nas horas sentadas de frente para o notebook, debruçadas sobre os livros e escrevendo loucamente nas folhas de anotações. Mas compensou, muito conhecimento foi adquirido, muitas horas foram gastas de maneira útil. Entretanto, na escola não foi nada fácil.. Quando nos disseram que a 2ª série era a mais difícil, devia ter acreditado. Trabalhos, seminários, provas, atividades, exercícios, várias folhas de apostila - tudo para a mesma semana-. Os professores vomitaram conteúdo sobre nós, e nós limpamos. Pelo jeito não limpamos direito, foi um perrengue fechar o último bimestre, decorrente disso, recebemos pequenas punições.

Nossos hábitos mudaram. Nos tornamos um alguém mais saudável, fisica e mentalmente. Controlamos nossa alimentação. Controlamos nosso sentimento. Finalmente entramos no manequim 34, nossa, como ficamos felizes. Quase fizemos uma placa com os dizeres RÉLOOOU, EU USO 34, FINALMENTE. Corremos, fizemos abdominais, flexões, muitas horas de jazz, mais outras muitas de ballet. Por querer emagrecer? Sim. Por querer ficar com os músculos e massas firmes? Também. Mas principalmente por querer ser mais saudável, ter menos preguiça, mais vergonha na cara e entender que: se eu quero que algo mude, eu devo agir.

Atualmente, queremos cursar jornalismo na UERJ ou UFRJ ou ainda UFRRJ, mas sentimos nosso coração dar uma balançada em relação à biotecnologia. Me conte, o que decidimos, afinal? Mudamos de área? Outra área nos escolheu? Como nos sentimos estando a um mês da vida universitária?

Por falar em vida universitária, como está a vida agora que o Guigui foi morar no Paraguai? Saudade pra caralho ou saudade que já não cabe em Saturno?

Enfim... A Dan de 2014 deseja que a Dan de 2015 não desista mesmo que todos digam que ela não é capaz, que ela continue insistindo naquilo que a faz bem e que tudo que deu certo até aqui, continue dando.

Sem expectativas, sem metas (apenas passar no vestibular, por razões obvias né) e sem planos. Até aqui viemos juntas. Me despeço triste por ter que ir, mas feliz por ter feito o meu melhor para nós duas.

Mantenha-se firme.
Dan.